A norte-americana Lynne vivia uma rotina tranquila ao lado do marido, Mike, na casa construída por ambos. Mas, em poucos meses, viu sua história ser marcada por duas tragédias que a levaram ao limite emocional e físico.

O primeiro abalo veio com o diagnóstico devastador: linfoma sem perspectiva de cura, segundo seu médico.
— Ele me ligou e disse: “Sinto muito, mas seus exames mostram linfoma, e não há cura”, recordou Lynne em entrevista à CBN News.

Enquanto lutava contra o câncer, Lynne recebeu o apoio constante de Mike. Porém, a segunda tragédia chegou sem aviso. Um legista bateu à sua porta para comunicar que o marido havia morrido durante uma pescaria.
— Demorei alguns instantes para entender que ele não queria falar com meu marido; ele estava ali para me dizer que ele havia falecido, relembrou.

Depressão profunda e perda de esperança

Sozinha e enfrentando a doença, Lynne mergulhou em um luto avassalador.
— Foi como ter o chão arrancado. Eu caía em um poço sem fundo. Não tinha para onde correr. Meu corpo piorava e a depressão consumia tudo, relatou.

O sofrimento era tão intenso que ela chegou a planejar seu próprio funeral.
— Eu via meu caixão. Achava que o fim estava próximo, disse.

Foi então que, em meio ao desespero, Lynne fez uma oração simples, mas sincera:
— Olhei para o céu e perguntei: “Deus, algo bom vai acontecer de novo? Ou tudo só vai piorar?”

Dias depois, uma amiga a convidou para ir à igreja — algo que Lynne não fazia desde a infância.
Ao entrar no templo, sentiu algo inesperado.
— As pessoas estavam alegres, cantando alto. Pensei: “Essa não é a igreja que eu lembrava”. Foi a primeira vez em muito tempo que Jesus me pareceu real, afirmou.

Uma experiência transformadora no altar

Lynne passou a retornar aos cultos e, segundo ela, a depressão começou a perder força.
Mesmo com o avanço da doença, algo dentro dela ganhava vida novamente.

Até que, em um dia específico, ela decidiu ir ao altar. Uma cristã se aproximou e perguntou o que estava acontecendo.
Lynne desabafou — falou da morte do marido, do câncer, da dor emocional.
— Ela perguntou se podia orar por mim. Eu nem sabia que uma oração podia ser real daquele jeito, contou.

Essa mulher orou por cura física e emocional e perguntou se Lynne queria aceitar Jesus como Salvador.
— Eu disse “sim”. Ela me disse: “Deus vive dentro de você agora, o câncer não pode viver onde Deus vive. Volte para casa e agradeça todos os dias pela sua cura”.

Exames confirmam a cura

Dias depois, Lynne foi fazer os exames de rotina.
— O técnico perguntou: “Veio para acompanhar o linfoma?”. E eu respondi: “Sim, mas você não vai mais encontrar câncer”.

Na consulta seguinte, o médico confirmou o inesperado: não havia mais sinais da doença.
— Ele comparou com meus exames antigos e disse: “Não há sinais de câncer”. Eu sabia! Era Deus. Não houve tratamento, não houve explicação médica, afirmou.

Além de curar seu corpo, Lynne diz ter recebido restauração emocional:
— Deus curou meu coração partido. Mudou minha vida por completo. Não sou mais a mesma pessoa.

Hoje, ela consegue lembrar do marido sem dor.
— Ele curou não só o câncer, mas minha alma. Deus me deu uma vida totalmente nova, concluiu.

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